Revista Científica da Faculdade de Educação e Meio Ambiente
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<p>A Revista Científica da Faculdade de Educação e Meio Ambiente (ISSN 2179-4200) é um periódico eletrônico semestral, destinada a publicar artigos científicos, originais ou de revisão, nas diversas áreas do conhecimento. O periódico aceita colaborações em português, inglês ou espanhol, reservando-se o direito de publicar ou não, após avaliação do material submetido espontaneamente. De caráter interdisciplinar, a revista empenha esforços com o intuito de incentivar a publicação científica, viabilizando o compartilhamento de pesquisas realizadas preferencialmente na Região Amazônica, mas também de outras regiões do país, facilitando assim o acesso ao conhecimento científico pela comunidade acadêmica, contribuindo para a promoção e o desenvolvimento.</p> <p><strong>QUALIS-CAPES</strong></p> <p>De acordo com a última avaliação realizada pela CAPES no quadriênio 2021–2024, a Revista Científica FAEMA passou a integrar o estrato<strong data-start="393" data-end="413"> Qualis B</strong>.</p>Editora FAEMApt-BRRevista Científica da Faculdade de Educação e Meio Ambiente2179-4200<p><strong>Atribuição CC BY 4.0:</strong> Este é um artigo de acesso aberto e distribuído sob os Termos da licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0). A licença permite o uso, a distribuição e a reprodução irrestrita, em qualquer meio, desde que creditado as fontes originais.</p>PRODUTIVIDADE, CONCENTRAÇÃO DE NITROGÊNIO E PROTEÍNA BRUTA DO TRIGO CV.BRS 394 IRRIGADO NO CERRADO SOB DOSES DE NITROGÊNIO E ENXOFRE
https://revista.unifaema.edu.br/index.php/Revista-FAEMA/article/view/1496
<p>Objetivou-se avaliar as interações entre nutrientes nitrogênio-enxofre no desenvolvimento produtivo e nutricional do trigo cv. BRS 394. Conduzido em campo em um Latossolo Vermelho distrófico, foram avaliadas as combinações de doses de nitrogênio (0, 70, 140, 210 e 280 kg ha<sup>-1</sup>) e enxofre (0, 25, 50, 75 e 100 kg ha<sup>-1)</sup>. Com tratamentos em blocos casualizados e quatro repetições, as parcelas foram constituídas por 9 linhas de 6,0 m espaçadas a 0,20 m. Foram avaliadas as variáveis de produtividade, concentrações de nitrogênio (N) e proteína bruta (PB) nos grãos. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias analisadas por meio de regressão polinomial a 5% pelo teste F. Em 2017, a produtividade máxima (3934,49 kg ha<sup>-1</sup>) ocorreu com o efeito isolado de N (214,48 kg ha<sup>-1</sup>). Em 2018, a produtividade máxima (3888 kg ha<sup>-1</sup>) ocorreu com o uso de 216 e 63 kg ha<sup>-1</sup> de N e S, respectivamente. Para a concentração de nitrogênio e proteína bruta nos grãos em 2017 e 2018, os efeitos foram isolados para as doses de nitrogênio, respectivamente. A adubação nitrogenada e sua combinação com enxofre proporcionam ganhos de produtividade, concentração de nitrogênio e proteína bruta em grãos de trigo BRS 394.</p>Carolina Silva Alves dos SantosEdna Maria Bonfim-SilvaTonny José Araújo da SilvaThiago Henrique Ferreira Matos CastañonJulio José NonatoAndré Pereira Freire Ferraz
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2026-05-042026-05-04171556610.31072/rcf.v17i1.1496INTERAÇÃO NITROGÊNIO E ENXOFRE NA CULTURA DO TRIGO CULTIVADA NO CERRADO
https://revista.unifaema.edu.br/index.php/Revista-FAEMA/article/view/1497
<p>A produtividade e a qualidade do trigo podem ser influenciadas pela nutrição de plantas, sendo a interação entre nitrogênio e enxofre importantes na melhoria da qualidade da cultura. Objetivou-se verificar o efeito da interação entre nitrogênio e enxofre no desempenho agronômico e na qualidade tecnológica do trigo irrigado em condições do Cerrado do Estado de Mato Grosso. O experimento foi instalado em área experimental da Universidade Federal de Rondonópolis. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com quatro repetições. quatro repetições. As doses de nitrogênio (N) testadas foram 0, 70, 140, 210 e 280 kg ha<sup>-1</sup>, e as doses de enxofre (S) foram 0, 25, 50, 75 e 100 kg ha-1, totalizando13 tratamentos através das combinações entre os 2 nutrientes. As variáveis analisadas foram referentes ao desempenho agronômico e qualidade tecnológica dos grãos. O modelo de superfície de resposta e os termos (linear, quadrático e interação) foram avaliados por meio da análise de variância (ANOVA) e da verificação da falta de ajuste (Lack of fit), utilizando o teste F (p<0,05). Nos casos em que os critérios de seleção do modelo de superfície de resposta não foram atendidos, foram estudados analisados os efeitos isolados e interação dos fatores, utilizando a análise de regressão polinomial. Para a significância dos efeitos, foram considerados o teste F (p<0,05) da ANOVA e o teste t de Student (p<0,05). O desempenho agronômico e a qualidade tecnológica do trigo irrigado cultivado sob condições do Cerrado são influenciados pelas doses de nitrogênio entre 176 a 280 kg ha<sup>-1</sup> e enxofre entre 38 à 100 kg ha<sup>-1</sup></p>Thiago Henrique Ferreira Matos CastañonEdna Maria Bonfim-SilvaTonny José Araújo da SilvaWilliam FennerMagnun Antonio Penariol da SilvaRosana Andréia da Silva Rocha
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2026-05-042026-05-0417113510.31072/rcf.v17i1.1497DESEMPENHO DA SOJA E DO MILHO SUBMETIDOS A FONTES ALTERNATIVAS AO CALCÁRIO NO SUDOESTE GOIANO
https://revista.unifaema.edu.br/index.php/Revista-FAEMA/article/view/1506
<p>Parte dos solos brasileiros são naturalmente ácidos, e a principal forma de corrigir essa acidez é por meio da aplicação de calcário, que disponibiliza cálcio e magnésio. Nos últimos anos, houve um aumento no uso de corretivos alternativos, como os óxidos, que ainda são pouco conhecidos e exigem mais estudos que comprovem sua eficácia em áreas agrícolas. O presente estudo teve como objetivo avaliar o desempenho da soja e do milho quando submetidos à substituição total ou parcial do calcário por diferentes óxidos, analisando a produtividade, altura das plantas, teor de clorofila foliar e atributos químicos do solo. O experimento foi realizado na propriedade Invernadinha na safra 2023/2024, com início no dia 25 de outubro de 2023, dia da semeadura da soja. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com sete tratamentos e quatro repetições, totalizando 28 unidades experimentais. Os tratamentos consistiram em: 1. Controle, sem aplicação de corretivos; 2. aplicação de calcário dolomítico (4.378,92 kg ha-1); 3. aplicação de óxido de cálcio e magnésio (7.882,05 kg ha-1); 4. óxido de cálcio (4.777 kg ha-1); 5. óxido de cálcio enriquecido com enxofre (3.153,9 kg ha-1); 6. calcário dolomítico (2.314,12 kg ha-1) e óxido de cálcio enriquecido com enxofre (3.622,1 kg ha-1); e 7. óxido de cálcio e magnésio (4.165,42 kg ha-1) e óxido de cálcio enriquecido com enxofre (3.622,1 kg ha-1). Os diferentes tratamentos de correção de acidez não influenciaram a produtividade das culturas. Contudo, o enxofre aumentou seus teores nas camadas de 0 a 0,2 m e 0,2 a 0,4 m nos tratamentos com óxido de cálcio com enxofre ou misturado a outros corretivos. O índice SPAD de clorofila B e clorofila total foi afetado pelos diferentes manejos de acidez do solo.</p>Heitor Araújo RezendeDiego Oliveira RibeiroGeovana Leão Martins VitorZaqueu Henrique de SouzaRogério Machado PereiraWarlles Domingos Xavier
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2026-05-192026-05-191719811310.31072/rcf.v17i1.1506QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE MILHO EM RESPOSTA AO PLANTIO DIRETO COM PLANTAS DE COBERTURA
https://revista.unifaema.edu.br/index.php/Revista-FAEMA/article/view/1515
<p>A qualidade das sementes influencia diretamente o sucesso dos cultivos agrícolas. Aliado a isso, o uso de plantas de cobertura tem exercido influência na qualidade do solo, proporcionando rendimentos positivos na cultura do milho. Portanto, objetivou-se com este trabalho avaliar a qualidade fisiológica de sementes de milho após o cultivo de plantas de cobertura visando melhorar a qualidade do solo. Foi utilizado um delineamento experimental em blocos casualizados no esquema fatorial 2 × 6, sendo 2 [1 cultivar de milho (Robusta), 1 variedade de milho crioulo (Pontinha) × 6 (5 espécies de plantas de cobertura – <em>Brachiaria ruziziensis</em>; <em>Crotalária espectabilis</em>; <em>Crotalária juncea</em>; Feijão Guandu (<em>Cajanus cajan</em>) Milheto (<em>Pennisetum glaucum</em> (L.) R. Br.), mais a testemunha (sem cobertura), avaliando os efeitos na produção e qualidade fisiológica de sementes. Observou-se que as cultivares e as coberturas vegetais influenciaram na germinação e no vigor de sementes de milho. Além disso, o uso de feijão guandu, <em>Crotalaria juncea</em> e milheto em cobertura contribuiu positivamente para o aumento da massa seca de plântulas de milho.</p>Valéria Fernandes de Oliveira SousaTádria Cristiane de Sousa FurtunatoJoão Henrique Barbosa da SilvaJoão Paulo de Oliveira SantosKarla Mariana SilvaFabio Mielezrski
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2026-05-152026-05-15171677910.31072/rcf.v17i1.1515COMPORTAMENTO DAS CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DOS GRÃOS ENTRE CULTIVARES DE ROBUSTAS AMAZÔNICOS EM AMBIENTE IRRIGADO E NÃO IRRIGADO DE RONDÔNIA
https://revista.unifaema.edu.br/index.php/Revista-FAEMA/article/view/1535
<p>O entendimento do comportamento do cafeeiro quanto as características físicas dos grãos quando submetidos a estresses abiótico é de grande importância. Este estudo teve como objetivo verificar as características físicas dos grãos de híbridos intervarientais cultivados em Rondônia em dois ambientes, não irrigado (E1) e irrigado (E2). Os caracteres foram avaliados por meio de classificação física de dimensionalidade, massa e propriedades de engenharia dos grãos. A associação entre características foi interpretada considerando estimativas de correlação e a significância interpretada pelo teste F da análise de variância individual e conjunta. A análise de variância conjunta identificou que há interação entre genótipo x ambiente e análise individual demonstrou diferença significativa entre as cultivares em ambos os ambientes. No E1, 40% das cultivares apresentaram comprimento superior de grãos, enquanto 20% no E2. Quanto a massa dos grãos, 70% apresentaram valor superior no E1 e 10% no E2. Já as propriedades de engenharia, respectivamente, 30%, 50% e 50% apresentaram diferença significativa entre os ambientes para a esfericidade, volume e densidade da partícula. A diferença no comportamento das cultivares entre os ambientes é notável, sendo que algumas tendem a apresentar suas melhores características em ambiente irrigado e outras mantem seu desempenho em estresse hídrico.</p>Hilton Lopes JuniorJaques Eler AntunesBruno Frankli Nunes CamposMaria Beatriz Moutim GamaEnrique Anastácio AlvesRodrigo Barros Rocha
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2026-05-292026-05-2917111413410.31072/rcf.v17i1.1535MÉTODOS DE CLASSIFICAÇÃO DA QUALIDADE DO CAFÉ ROBUSTA
https://revista.unifaema.edu.br/index.php/Revista-FAEMA/article/view/1545
<p>O café Robusta (<em>Coffea canephora</em>) tem ganhado relevância no mercado de cafés de qualidade, porém ainda há lacunas quanto à padronização de métodos específicos para avaliação da qualidade da bebida, considerando suas particularidades químicas, físicas e sensoriais. O presente estudo tem como objetivo descrever as metodologias utilizadas para a classificação de qualidade de bebida da espécie <em>Coffea canephora</em> a partir de uma revisão sistemática. A revisão foi conduzida com base no protocolo PRISMA, utilizando critérios orientadores PICOS. A busca foi realizada na base Web of Science, por meio de combinações de palavras-chave relacionadas à qualidade da bebida, classificação e avaliação de <em>Coffea canephora</em>. Foram identificados 28 estudos, aos quais foram aplicados critérios de exclusão: duplicidade, publicação anterior a 2015, indisponibilidade do texto completo, ausência de metodologia voltada à avaliação da qualidade da bebida e não inclusão da espécie <em>Coffea canephora</em><em>.</em> Com auxílio do software Rayyan foram selecionadas 10 produções científicas para avaliação. Os resultados indicaram predominância de métodos físico-químicos em estudos voltados à produção e de métodos sensoriais em pesquisas direcionadas à percepção do consumidor. Conclui-se que a integração entre avaliações laboratoriais e sensoriais é essencial para ampliar a confiabilidade, a comparabilidade e a aplicabilidade dos protocolos de classificação da qualidade da bebida de <em>C. canephora</em>.</p>Josia LudtkeEnrique Anastácio AlvesSuzenir Aguiar da SilvaLúcia Helena de Oliveira Wadt
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2026-05-292026-05-2917113516110.31072/rcf.v17i1.1545ADUBAÇÃO NITROGENADA E POTÁSSICA EM HÍBRIDO SIMPLES DE MILHO NO CONE SUL DE RONDÔNIA
https://revista.unifaema.edu.br/index.php/Revista-FAEMA/article/view/1553
<p><strong>:</strong> Diante da crescente demanda e importância do milho, é de suma importância atingir o máximo potencial produtivo da cultura. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a</p> <p>produtividade de híbrido simples de milho em resposta a diferentes doses de nitrogênio (N) e potássio (K) no Cone Sul de Rondônia. Os tratamentos consistiram em cinco doses de N e K (0, 50, 100, 200, 400 kg ha<sup>-1</sup>), aplicados em cobertura. As características de crescimento da planta foram responsivas à adubação com nitrogênio. Foi observada diferenças significativas apenas para as doses de N nos componentes de rendimento. A dose de máxima produtividade foi de 266 kg de N, atingindo 11445,78 kg ha<sup>-1</sup>. A interação das doses crescentes de N e K afetaram negativamente o teor foliar de Ca, Mg e B na folha.</p>Wagner de Freitas PogereEduarda Elis Anjos OliveiraEduardo Miranda Ferreira SilvaGabriel Monteiro PaulinoMurilo Vargas da SilveiraMatheus Martins Ferreira
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2026-05-182026-05-18171809710.31072/rcf.v17i1.1553EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, JUSTIÇA CLIMÁTICA E FORMAÇÃO DE UMA CIDADANIA ECOLÓGICA: REFLEXÕES A PARTIR DA REALIDADE AMAZÔNICA
https://revista.unifaema.edu.br/index.php/Revista-FAEMA/article/view/1537
<p>O presente artigo discute a inter-relação entre educação de qualidade (ODS 4), justiça climática e a formação de uma cidadania ecológica, tomando como referência a realidade amazônica. Trata-se de um estudo teórico-reflexivo, orientado pela revisão de literatura, que busca consolidar um olhar crítico sobre os debates contemporâneos envolvendo educação, sustentabilidade e crise climática. Parte-se da concepção de uma educação ambiental crítica, entendida como prática emancipatória capaz de possibilitar aos sujeitos compreender e enfrentar os desafios impostos pelas transformações ambientais e sociais atuais. O texto articula fundamentos teóricos e práticos que conectam qualidade educacional, sustentabilidade e justiça ambiental, destacando o papel da escola como espaço de formação integral e de protagonismo estudantil. Argumenta-se que, especialmente em contextos amazônicos, a educação deve promover o diálogo entre saberes, o desenvolvimento da consciência ecológica e a ação transformadora voltada à construção de sociedades mais justas e sustentáveis.</p>Márcio Silveira NascimentoJean Dalmo de Oliveira Marques
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2026-05-042026-05-04171365410.31072/rcf.v17i1.1537